Capgemini lança no Brasil solução global para combate a fraudes e contenção da evasão fiscal

| Press release
Oferta de Tax & Welfare suporta processos para detecção de fraudes, usando uma abordagem holística que combina tratamento e prevenção
A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia o lançamento da solução de Combate à Fraude e Evasão Fiscal, uma das principais ofertas do portfólio de Tax & Welfare (Tributação e Previdência Social) no Brasil. Assim como na Europa, os impostos representam um fluxo de receita essencial para os governos federal, estaduais e municipais brasileiros. No entanto, apesar de muitas secretarias de Receita e Fazenda já terem implementado processos de fiscalização e inteligência fiscal mais eficientes, a evasão ainda custa aos cofres públicos centenas de bilhões de reais em perda de divisas – que poderiam ser revertidas anualmente em serviços para os cidadãos. O montante de recursos desviados no Brasil por fraudes fiscais ultrapassa a ordem de R$ 200 bilhões e, se considerada a renda não declarada, o valor chega a mais de R$ 1 trilhão, de acordo com a recente pesquisa publicada pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).
 
Na França, a Secretaria da Receita Federal e a Alfândega detectaram um crescimento de 3,5% nas fraudes, o equivalente a €97 milhões em 2010, elevando o valor total da receita não recolhida por conta de fraudes para €2,8 bilhões no ano em referência. Já no Reino Unido, notícias relacionadas aos esquemas de evasão fiscal praticados por grandes empresas, assim como as discussões pautadas no último orçamento britânico apresentado, que estabeleceu os planos econômicos e de finanças públicas para 2014, reabriram o debate sobre a importância de um sistema eficiente e preciso de recolhimento tributário.
 
O setor público é, hoje, o segmento de maior atuação do Grupo Capgemini no mundo, representando 23,2% na receita global da companhia no primeiro trimestre de 2013 e 13% nos resultados da subsidiária brasileira no mesmo período. Com base em sua larga expertise neste setor, a Capgemini já ajuda entidades governamentais do mundo todo a desenvolver sistemas e processos para detecção de fraudes, usando uma abordagem holística que combina tratamento e prevenção. A tecnologia, alinhada à evolução dos processos de negócio existentes, permite aos órgãos públicos detectar a evasão fiscal e identificar melhores maneiras de combater as fraudes. A abordagem da Capgemini promove a cooperação entre diversos órgãos e a visualização simultânea dos dados dos cidadãos, para que os contribuintes cumpram com as suas obrigações e que as agências fiscais monitorem seus dados.
 
A Capgemini entende que a gestão bem sucedida da evasão fiscal depende, em grande parte, da coleta e análise de informações, problemas que a tecnologia pode ajudar de várias formas:
 
- Gestão de dados: garantir que informações sejam coletadas de várias fontes, correlacionadas e filtradas, possibilitando uma identificação e emissão de alertas mais proativos, com base em campos de texto não estruturados.
- Modelagem: determinar regras para filtrar transações fraudulentas, usar técnicas de combinação de dados – busca em bancos de dados, diagnóstico e análise avançada de dados e das redes sociais.
- Detecção de alertas: aplicar cenários de fraude regulares para detectar anomalias e gerar alertas.
- Investigação: analisar os casos suspeitos usando os fluxos de dados disponíveis possibilitando o monitoramento desses casos.
- Resultados: verificar os resultados caso a caso para identificar melhores maneiras de detectar e evitar fraudes.

Para explicar os desafios enfrentados pelos órgãos fiscais e mostrar o papel da tecnologia na administração desses desafios, a Capgemini participa, entre os dias 22 e 26 de maio, do CIO Brasil GOV 2013. Durante o encontro, a companhia apresentará aos executivos de TI das principais entidades governamentais brasileiras casos de sucesso em que o Grupo ajudou governos europeus a proteger a receita fiscal e a reduzir as perdas decorrentes da evasão.