Centro de Negócios Digitais do MIT renova parceria com Capgemini Consulting para definir a organização digital do futuro

| Press release
Parceria tem foco na análise da rapidez com que a inovação redesenhará as organizações – a forma como trabalham e realizam sua gestão
O Centro de Negócios Digitais do MIT renovou por mais três anos sua parceria com a Capgemini Consulting, divisão de consultoria em estratégia e transformação do Grupo Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização. O acordo marca a continuidade do estudo realizado em conjunto pelas instituições nos últimos três anos, que mostra que as organizações bem-sucedidas em transformações digitais são, em média, 26% mais rentáveis comparadas às concorrentes do mesmo setor.
 
A Capgemini Consulting e o Centro de Negócios Digitais do MIT estão conduzindo um novo programa de pesquisa conjunta para examinar, de forma mais sistemática, como algumas tecnologias e os dados digitais à nossa volta mudarão a maneira de trabalhar, o formato das empresas e a organização dos setores. Graças ao estudo Embracing Digital Technology: A New Strategic Imperative (Acolhendo a Tecnologia Digital: Um Imperativo Estratégico, em português), a importância do tema é reconhecida pela maioria dos executivos. Atualmente, os líderes empresariais desejam ir além das transformações imediatas – e entender como será o desenho organizacional de suas companhias, quando essas inovações estiverem incorporadas em grande escala –, tema abordado pela nova fase da pesquisa.
 
Estudando o impacto das tecnologias digitais nas empresas, a pesquisa tem como objetivo detectar padrões eficazes de organizações, que os líderes empresariais poderão utilizar de forma tangível para direcionar suas estratégias e prosperar em um mundo digital. As plataformas digitais, como mídias sociais, dispositivos móveis, produtos inteligentes e "usáveis" (wearable), além da computação na nuvem, têm avançado rapidamente no cenário econômico global. Os canais digitais estão mais disseminados, não apenas nas economias desenvolvidas mas também nas emergentes. Estima-se que as companhias eficazes serão muito diferentes nessa nova era digital.
 
“Com a tecnologia digital, testemunhamos uma nova revolução industrial, da mesma escala da primeira – que nos ensinou duas importantes lições: muitas organizações não se transformaram para sobreviver à transição, e aquelas que se adaptaram precisaram mudar fundamentalmente a forma de conduzir seus negócios”, explica o cientista do Centro de Negócios Digitais do MIT, Andrew McAfee.
 
Além de analisar as mudanças essenciais pelas quais as organizações passarão com ondas sucessivas de transformação digital, o estudo, que abrangerá pesquisa econômica, organizacional e de campo, também fornecerá recomendações práticas sobre como os líderes podem conduzir suas empresas a fim de evitar que se tornem obsoletas. O estudo investigará como os desafios das companhias mudarão dependendo de algumas variáveis, como segmento de atuação e região. 
 
“Modelos de empresas digitalmente capazes já são uma realidade. Algumas organizações estão usando o capital humano de forma diferente – são mais planas e voltadas a dados. Algumas têm trabalhado de forma integrada, ultrapassando as fronteiras internas e externas. Da mesma forma, outras companhias reformularam as cadeias de valor de seus setores. Precisamos compreender esses padrões”, avalia o cientista pesquisador do Centro de Negócios Digitais do MIT, George Westerman.
 
“O maior desafio de nossos clientes é entender essa futura empresa digital. Precisamos utilizar o big data para tornar as companhias mais inteligentes. Reconhecemos que é preciso melhorar a conectividade, a transparência e a colaboração, para criar organizações alinhadas globalmente. Acima de tudo, é necessário basear as conclusões e recomendações em pesquisas sérias e relevantes. É por isso que estamos com uma grande expectativa para trabalhar com o Centro de Negócios Digitais do MIT por mais três anos”, comenta o vice-presidente sênior da Capgemini Consulting, Didier Bonnet.