Pesquisa revela a influência das mídias sociais na atividade bancária em 32 países

| Press release
Estudo da Capgemini aponta que a maioria das instituições realiza o atendimento de forma básica nas redes sociais, o que não condiz com as expectativas dos clientes
A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, em conjunto com a Efma[1] divulgam o 11st World Retail Banking Report (Relatório Mundial sobre Bancos de Varejo), que mostra a influência que as mídias sociais estão exercendo na atividade bancária.
 
Segundo a pesquisa, realizada com mais de 17 mil usuários de instituições bancárias em 32 países, cerca de 46% dos respondentes afirmam ainda utilizar o caixa eletrônico para realizar operações – uma queda de 4% em comparação a 2013; 57% ainda utilizam os serviços da internet.
O relatório ainda apontou que, em 2013, 10% dos clientes passaram a acessar mídias sociais para se comunicarem com seus bancos, no ano anterior, esse comportamento não foi mapeado pela pesquisa. Apesar das instituições bancárias estarem investindo nas mídias sociais como canal de relacionamento, alguns desafios ainda impedem sua prática efetiva, como, por exemplo, questões de segurança, privacidade de dados e regulamentação.
As gerações mais novas enxergam a tecnologia como parte essencial de suas rotinas, uma vez que cresceram junto com ela. Em função de sua familiaridade e conforto com esse meio, os jovens estão mais abertos a fazer a migração da plataforma móvel para as mídias sociais; 51% dos entrevistados entre 18 e 24 anos afirmaram que estão aptos a usarem esse canal.

O estudo conclui que a demanda pelas mídias sociais está bem à frente de outros canais utilizados pelas instituições bancárias. Aproximadamente 32% dos bancos oferecem funcionalidades de relacionamento ou acesso à conta em seus portais e 51% afirmaram que planejam adotar essa medida.
 
Outras informações sobre o 11st World Retail Banking Report estão no site www.worldretailbankingreport.com.