Relatório sobre a Riqueza Mundial aponta crescimento de 15% de indivíduos com patrimônio elevado, totalizando cerca de 14 milhões de pessoas

| Press release
Pesquisa da Capgemini e da RBC Wealth Management mostra quais são os hábitos das pessoas que, juntas, dispõem de um total de 52,6 trilhões de dólares para investimentos
A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e a RBC Weath Management divulgam o World Wealth Report 2014 (Relatório sobre a Riqueza Mundial 2014). A análise aponta que 2 milhões de pessoas dispõem de pelo menos 1 milhão de dólares para investimentos, excluindo a residência principal, acervos, bens de consumo e bens duráveis. Já os milionários e os ultra-ricos (indivíduos com mais de 20 milhões de dólares para investir) possuem em torno de US$ 52,6 trilhões para aplicações.
 
Os mais ricos de todas as regiões, principalmente nos mercados emergentes, estão exigindo serviços digitais. Deles, 82% da região Ásia-Pacífico (exceto Japão), 74% do Oriente Médio e África, e 70% da América Latina esperam que a maior parte do relacionamento com os gestores de seus bens ocorra digitalmente em cinco anos.
 
Os indivíduos com patrimônio pessoal elevado na América do Norte apresentam a menor demanda – (58%). O continente manteve ainda a posição de região mais rica, com 17,1% de crescimento e 14,88 trilhões de dólares disponíveis para aplicações, seguida pela Ásia-Pacífico, que teve elevação de 18,2% e 14,2 trilhões de dólares. A Europa ocupou o 3º lugar, com 12,39 trilhões de dólares, e a América Latina ficou em 4º lugar, com 7,7 trilhões de dólares.
 
 
 
 
 
Os cinco principais mecanismos utilizados por milionários para criar um impacto social são: investir com um objetivo social definido (15%), contribuir regularmente com instituições de caridade (14%), envolvimento com a comunidade em geral (14%), conhecimento e experiência em voluntariado (13%), e tomada de decisões estratégicas de negócios com um objetivo social claramente definido (13%).
 
As mulheres parecem ser mais conservadoras, pois 31% delas preferem alocar o dinheiro contra 24% dos homens. A pesquisa apontou, ainda, que a prioridade de investimentos desses indivíduos se divide em 33% para saúde e educação, e 32% para causas sociais infantis.
 
Experiências digitais
O estudo também mostrou que, para permanecerem competitivas no futuro e capitalizar os benefícios que os serviços digitais podem oferecer a elas e a seus clientes, as empresas de gestão de patrimônio precisam adotar uma filosofia transformadora que inclua o digital em todas as interações com os clientes.
 
As companhias que realizarem essa transformação digital com sucesso poderão aprofundar as relações com seus clientes, reduzir o número de tarefas administrativas executadas pelos gestores de patrimônio, gerar economias significativas, construir uma reputação como empresa visionária e, finalmente, melhorar a experiência e a retenção de clientes.
 
Para informações adicionais: www.worldwealthreport.com